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Marca registrada

4 de dezembro de 2018

Algumas dúvidas podem surgir nesta hora, mas verifique todas as condições legais para ganhar espaço no mercado

Depois de um tempo cheia de ideias, finalmente tudo sai do papel e viram projetos concretos, ou seja, a empresa está aberta. Mas antes de sair usando o nome por aí, é preciso registrá-la como marca. O primeiro passo é verificar se o registro pretendido é viável e ainda não foi utilizado por mais ninguém. “Esta busca deve levar em consideração não somente o tipo de produtos e serviços prestados, mas também todas as subcategorias que envolvam o setor em que a empresa irá atuar. Por exemplo, o registro de uma marca de roupas pode ser recusado em razão da semelhança com uma empresa de tecidos ou produtos de cama, mesa e banho”, explica Emerson Hofart, sócio-proprietário da Cia da Marca, empresa especializada no registro de marcas e patentes.

Mas, e se alguém já tiver registrado a minha marca? Neste caso, você só poderá usar o mesmo nome se a empresa estiver identificada como uma companhia ou segmento de produtos diferente da que quer utilizar. “Em alguns casos, a legislação até pode permitir a convivência de marcas que apresentam alguma semelhança por utilizarem ‘expressões sem direito de exclusividade’. Um bom exemplo são as marcas que utilizam o elemento farma no nome, como por exemplo, farmabel, drogafarma, farmamed”, destaca Hofart. Depois de registrada, o ideal é investir na apresentação visual (o logotipo), de preferência com aspectos diferentes dos já existentes no mercado, para trazer aos clientes originalidade na construção da sua empresa.

Renata Alarcon

Renata Alarcon

Publicitária, Palestrante, Escritora e Fundadora do Armário Feminino, A 1a. TV Digital para a Mulher. São mais de 10 anos dedicados a produzir conteúdo, mais de 7 milhões de visualizações por mês e mais de 2 milhões de reais investidos. Muito amor e energia aplicados em ajudar milhares de mulheres.

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