Em Breve! Canal de Vídeos
 


Novos rumos para o seu caminho

Uma carreira estagnada pode aumentar ainda mais os seus problemas profissionais, mas nem sempre um MBA ou um mestrado são sinônimos de crescimento profissional. Muitas vezes o problema pode estar em você

A economia no Brasil não está bem, o desemprego subiu muito. Mas mesmo com toda essa crise, sem poder "escolher muito", será que você está feliz no seu emprego? Será que sua carreira vai bem? E quanto às perspectivas profissionais?

Evolução
Segundo o especialista em recursos humanos da Universia, James O’Really,  nós só temos a evoluir em nossas carreiras, e as pessoas estão olhando para o lado errado, se concentrando em manter seus empregos de qualquer forma e se esquecendo de manter o foco na infinidade de opções do mercado. “Nós temos sorte, porque com o acesso fácil à tecnologia e à auto-educação, é mais fácil transferir conhecimento e nossas ideias ficam mais exploráveis. Essas interações permitem que os profissionais cresçam intelectualmente e não fiquem estagnados em uma posição”, argumenta.

Mas nem sempre novos cursos ou aperfeiçoamento do currículo acadêmico mudam uma carreira. “Muitas vezes o que falta ao profissional que está estagnado num mesmo lugar há anos, é simplesmente um novo olhar sobre si e sobre o mercado e isso muda a perspectiva de qualquer pessoa”, afirma Luiz Eduardo Fernandes, consultor da Catho.

Adapte-se ao seu perfil 
Muitas vezes descobrimos que não combinamos com o trabalho em determinadas empresas, por serem frias, impessoais ou muito informais. “Até o século XIX todos buscavam o trabalho no campo, auto-sustentável. No século XX foi a hora de trabalhar para grandes empresas. No século XXI as pessoas estão buscando suas próprias ideias, inovações, seu próprio negócio”, afirma o consultor Max Gehringer, em palestra para um grande banco no Rio de Janeiro.

Buscar iniciativas próprias é uma ótima saída para descobrir se a estagnação profissional está em você ou no ambiente em que atua. “Abrace o seu tamanho. Pequenos negócios conseguem implementar a mudança de maneira muito mais fácil do que nas grandes companhias. Sendo dona do seu negócio, você sempre pode mudar de estratégia quando quiser”, afirma O’Really.

A felicidade nas metas
Funcionários felizes produzem com mais qualidade porque seu trabalho e sua vida estão equilibrados. Realizando suas metas, se sentem mais dispostos e continuam a bater seus objetivos. Se você não tem se enquadrado neste perfil, busque olhar para o seu trabalho como atividade isolada, sem pensar nos resultados. “Você é feliz no seu dia a dia profissional? Se você gosta do que faz e passar a se concentrar no prazer do trabalho, bater metas vai ser tornar uma questão de tempo, assim como promoções e até novas propostas de trabalho. O importante é o que você faz. Metas são conseqüências”, afirma Fernandes.

Jogo aberto e novas perspectivas
Agora, se você gosta do local onde trabalha, jogue limpo com sua empresa. Muitas companhias dispõem de cursos de reciclagem e atualização profissional. Demonstrar para seu chefe que você gosta de onde está, mas que quer crescer junto com sua equipe e com a empresa podem ser pontos muito positivos. Quem sabe até uma troca de área para conhecer outros modos de se enxergar a produção do seu trabalho?

“O fracasso não é motivo para vergonhas, é um rito de passagem. A vida é muito fácil quando as decisões são tomadas por nós. Se você é demitido, precisa encontrar um novo emprego, o que torna mais complicado o seu próprio projeto. Já se você não for ruim o bastante nas suas falhas, não tem outra escolha a não ser seguir em frente”, finaliza O’Really.





Foto: Stock Photos
 
Siga-nos no Instagram
PUBLICIDADE

Matérias Relacionadas